Minha História Handmade by Paty

Olá meninas e meninos,

Hoje temos mais uma história linda de uma seguidora muito querida e amiga, a Pati 🙂

Se vocês querem ver sua história aqui é só me mandar no email: [email protected]

Agora vamos conhecer a Pati.

 

Olá tudo bem? Me chamo Patrícia, vim compartilhar um pouco da minha história como aprendi fazer tricô e crochê. Tinha 11 pra 12 anos quando me interessei aprender, pois minha mãe já fazia, e foi aí que tudo começou ia com ela e as minhas irmãs na igreja onde as mulheres da vizinhança se reunia e fazia suas peças, compartilhava as suas receitas, e também ensinavam umas as outras, enfim…. Eu comecei a me interessar e já logo queria fazer peças grandes blusas, casacos, mas fui aos poucos, mesmo porque sou canhota então pra alguém ensinar e corrigir pensando pelo lado esquerdo era difícil mass não desisti. Nas férias do final de ano sempre viaja com minha mãe, minhas irmãs e meu irmão, pra casa da minha avó materna e lá passava o tempo brincando, criando coisas para aproveitar o tempo.

Mais quando aprendi a fazer tricô com minha mãe, pois ela que ajudou os primeiros pontos, já mudou um pouco a minha rotina, desde então fui passar as férias na casa da minha avó, e lá tinha uma vizinha que estava fazendo tricô e aquilo já fez os meus olhos brilharem, devagarinho fui chegando e perguntei o que ela estava fazendo que era uma blusa e o ponto, inclusive tem no canal da moda_vessa .

Ela com maior paciência me ensinou, mesmo sendo canhot,a e foi aí que aprendi além do ponto ser trabalhado aprendi do lado destro. E dali em diante eu nunca mais parei, sempre me dava uns 5 minutos estava eu tricotando deixava de brincar pra fazer o meu tricô.

 

Os anos foram passando chegou adolescência, a fase adulta e trouxe o tricô comigo. Detalhe que lembro uma ocasião que não dá pra esquecer que uma amiga me chamou pra sair eu disse, que não iria, ela falou não acredito, vai deixar de sair pra ficar em casa fazendo tricôooo, coisa de velhinha. Nem ligue,i estava tão sedenta pra terminar minha blusa de gola caxarrel que nem me abale,i tanto que em 3 dias terminei.

Sempre fazendo as minhas blusas do jeito que imaginava pra quando chegar o inverno eu não precisar compra,r porque sempre achava caro. 

 Agora falando do crochê até faço, tenho algumas coisas, a última peça foi um kimono que no final das contas acabei fazendo a receita de outro jeito mas saiu.

E com toda essa história, isso não era com frequência. De 2 anos pra cá, principalmente do ano passado, eu determinei em fazer tricô e crochê para vender, a princípio acessórios básicos,  porque desde de 2014 que fui desligada de uma empresa até nos dias de hoje estou sem trabalho fixo.

E aí aconteceram coisas comigo que por coincidência tive problemas com síndrome do pânico, depressão,  e a anciedade  veio a se manifestar, mas hoje posso dizer que superei, fiz tratamento pra transformar essa questão.  Uma das coisas que me ajudou e muito foi o tricô e crochê. Criei uma página no Facebook e no Instagram. @patytricoteira, faço peças diversificadas, conforme o pedido, mais voltada pra acessórios, polaina, golas, toucas e cachecol. Pra ter uma fonte de renda, porque preciso, Tenho um filho de 11 anos sou Pãe também, meu filho  é o meu parceiro e me apoia sempre em tudo, e por ele resolvi me reerguer e enfrentar as dificuldades.

O artesanato aqui no Brasil ainda, na minha opinião não é tão valorizado, mas resolvi persistir e aí dentro das redes sociais em especial conheci o canal da Damy @moda_vessa no YouTube e depois o Instagram, e hoje em dia faço parte do grupo no Facebook onde lá nós temos a oportunidade de conhecer outras histórias, receitas e pessoas do bem! Agradeço muito porque é uma luta diária, nem todo dia você tem uma encomenda, ou outros problemas aparecem, e você para e pensa em desistir,  mas decidi que não. Tenho apoio de pessoas que acreditam que vai dar certo sim, então segurei do meu jeito.

Tenho muito que aprender, todos os dias tem uma novidade, e ali fico estudando, o que posso fazer em relação ao nosso artesanato. Respeito muito o trabalho de cada artesã, e admiro também as histórias de nossas colegas, que motivam pra não desistirmos. 

É isso!!

Agradeço a oportunidade por compartilhar um pouco da minha história em especial a Damy, por estar sempre, não só compartilhando mas pensando em fazer o trabalho dela com toda dedicação e carinho, dando essa chance de mostrar um pouco do nosso tamém . Ensinando para nós que artesanato é uma maneira de ser feliz, e transmitir através disso o amor, respeito um pelo outro, não podendo deixar de lado nossa Fé que nos move, que nós mulheres, que  somos multitarefas, que conseguimos administrar e realizar os nosso sonhos e objetivos. E que tudo é possível, espero que através da minha e outras histórias nos conectamos e fazemos a nossa #correntedobem se precisarem de alguma coisa estou aqui. Muito obrigadaaaaaaa!!

Bjs!! 

@patytricoteira

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